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20.10.17

Pinceladas de poesia nos muros.

O muro pintado de branco simula a página de um livro. As letras devem ser sempre em maiúsculas, e as frases não podem ser longas demais. Pelas regras oficiais há até certa quantidade de palavras. 
Deve ser uma mensagem feita para ser lida de longe, rápido, numa passagem de carro. Não devem falar de política nem de religião, devem ser coisas simpáticas. Frases agradáveis, que nos façam sorrir quando passamos e que deixam a cidade mais acolhedora.
Mais paredes cheias de poesia, por favor.
As pinturas nos muros da rua da Igreja, estimulam a mente. Cada poema comunica uma parte da cultura.
Do outro lado também há sonhos e casas.


Enquanto vivas, distinguem-se, umas das outras.
Elas morrem com a morte das pessoas.

27 comentários:

Elisabete disse...

Que bonito post! As fotos são maravilhosas e bem acompanhadas com reflexões.
Bom fim de semana.

Teresinha disse...

Gostei imenso desta publicação!
Belíssimas fotos e uma ótima ideia, essa dos poemas nas paredes.
E gostei da bela apresentação.
Um abraço

✿ chica disse...

Que beleza de momento de leitura e visão aqui.Adorei! Que venham mais poesias nas paredes e vida..LINDAS FOTOS! abraços praianos,chica

Catarina disse...

Poemas nos muros, casas pintadas de branco como a cal, casas que vão envelhecendo, escurecendo aos poucos em contraste com a brancura das outras…

Graça Pires disse...

Este poema de Ruy Belo é muito adequado às fotografias excelentes com que o ilustra.
Obrigada pelas palavras deixadas no meu "Ortografia". Passarei aqui outras vezes.
Beijo.

Profª Lourdes disse...

Olá amigo, vim agradecer sua visita, seguir seu blog que é muito bom pois amei suas postagens. Fotos interessantes. fique a vontade para conhecer meus blogs e seguir, será um prazer. os links ficam na lateral direita para facilitar as visitas. tenha um dia de muita paz.

Cidália Ferreira disse...

Adorei o seu blogue.
Vou linkar


http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

Beijo
Bom fim se semana.

Tais Luso disse...


Nunca tinha pensado que as casas morrem... é verdade.
Bela postagem, a última casa não só morreu como parece que sofreu, agonizou!

Beijo!

Otília Santana disse...

Gostei muito ...mas também triste ..tudo se faz com amor...e tudo acaba com a dor beijinhos

Mariazita disse...

Esse poema de Ruy Belo é muito bonito.
(Infelizmente foi uma vida muito curta para tanto talento...)
As fotos, muito boas, enquadram perfeitamente as palavras do poeta.

Obrigada pela presença no meu espaço.
O passeio de barco às cataratas é um pouco assustador, sim, mas dá-nos uma ideia da verdadeira força da Natureza.

Votos de um Domingo feliz
Beijinhos
MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS




Maré Viva disse...

E o beijo chegou em boa hora. Obrigada.
E as casas vazias e as casas cheias que cheiram a vazio, por fora são lindas e branquinhas com terraços e chaminés rendilhadas,, outras menos, estão feridas, despedaçadas, lá dentro, fechados a cadeado, estão gritos, choros, algumas lembranças boas e muitas más.
Mas as casas são o nosso refugio, é nelas que nos abrigamos, do frio, da chuva, do calor, dos olhares indiscretos, estão vivas enquanto há vida em nós.
Continuo gostando muito do escreves, porque tudo o que escreves é feito de sentimento.
Uma boa semana, amigo Manuel Luís, e obrigada pela visita.

CÉU disse...

Grata pelas visitas e comentários deixados no meu blogue.

Fotografias com História e com Poesia. Excelentes.

Layout do blogue com praia. Compreendo. Por aí há sempre bom tempo, mas o outono já se está a mostrar nas mais pequenas coisas.

Feliz domingo.

© Piedade Araújo Sol disse...

Que bela postagem.
Que bem ficou a poesia de Ruy Belo nas paredes, que ideia tão inovadora.
Gostei muito destas imagens.
Boa semana.
beijinhos
:)

Ana Freire disse...

Um post belíssimo, Manuel!
Um poema que nos dá um entendimento tão perfeito das casas... das pessoas... e da vida...
Adorei as imagens... e o poema... que eu não conhecia... ficará debaixo de olho, para destacar um pedacinho do mesmo qualquer dia, lá no meu canto, com o respectivo link, para aqui...
Beijinho! Boa semana!
Ana

Kasioles disse...

Una entrada original que me hace pensar en ese sello que cada persona le da a su casa.
Recuerdo la mía, en la tierra donde nací, seguramente por vivir mis padres allí, tenía un encanto especial, hoy la habitan otras gentes pero ya no es igual, no la miro con el mismo cariño.
El tiempo siempre dejará su huella, no sólo en nosotros, también las casas muestran su decadencia con el paso de los años.
Como siempre, las fotos son preciosas.
Cariños y buen fin de semana.
Kasioles

Marta Moura disse...

Cada uma mais bonita do que a outra!

AMBAR disse...

Tendrás que perdonar que llego con mucho retraso, pero no me olvido de ti amigo Manuel.
Disfrutos siempre con tus bellas fotos y profundas letras.
Preciosos toques personales en cada casa.
Un abrazo.
Ambar

Poemas em dó menor disse...

Belas fotos, Manuel e a ideia das poesias nos muros é simplesmente encantadora.

Beijinho.

Pedrasnuas disse...

Parabéns por esta magnífica postagem! Ruy Belo é Ruy Belo, já conhecia este poema, tem imensa ternura, humanismo, luz e cor, além da poesia. Ele era poeta a tempo inteiro...dos grandes. Prestaste-lhe uma homenagem especial!

Beijinho para o meu Manelito, cheio de vida!

luna luna disse...

achei a ideia interessante de casas brancas cada uma com um poema que identificasse o seu proprietário, seria como um cartao de visita
beijo

Pedrasnuas disse...

Voltei para agradecer o assalto ternurento e abundante ao lado de cá. Beijinhos, muitos para ti, Manelito! :-)
PN

Fá menor disse...

Bela e original postagem.
Realmente, a poesia abunda nas casas, mas tantas vezes não sabemos lê-la.

Boa semana!

Bj

rosa-branca disse...

Olá amigo Manuel, já tinha saudades das tuas fotos. Fico sempre triste quando vejo uma casa em ruínas. Lembra-me a casa onde morei com meus avós maternos e que agora está a cair. Gostei das paredes pintadas de poesia. Boa semana e beijos com carinho

SILO LÍRICO - Poemas, Contos, Crônicas e Outras disse...

A poesia no muro
É aquela casa em ruína.
Parece ser a vitrina
De poemas que procuro.

O fim, é sempre obscuro
E essa casa se inclina
Ao fim do fim com sina
De não ter fim, tem futuro.

Vejam as pedras que eternas
Fazem aparências externas
Serem meras fantasias

E o fotógrafo experto
Faz o longe ficar perto
Com sua fotografia.

Lindas imagens, amigo! Parabéns! Grande abraço. Laerte.

Existe Sempre Um Lugar disse...

Boa tarde, excelente ideia em escrever um poema significativo de Ruy Belo, assim talvez o mesmo faça, compreender quem não compreendo ou nega-se a compreender muita coisa.
AG

alp disse...

me gusta mucho tu entrada...los muros a veces reflejan y dicen realidades...un saludo desde Murcia....

Ana Freire disse...

Passando para deixar um beijinho, e votos de uma excelente semana...
Ana